Filhos não seguram mais casamentos. Apesar de haver falta de comunicação, a qual poderia ser resolvida em terapia. Muitos casais não conseguem por mais que se esforcem, ter uma vida de bem estar vivendo juntos, seja por cultura, falta de respeito ou uma simples falta de afeição, muitos já adiaram a separação em função dos filhos, mas a permanência pode ser bem mais danosa .

Em pouco tempo atrás, o casamento era feito para ser para sempre, e quem não cumprisse com este ritual era taxado e menosprezado pela sociedade. Maus tratos, mau humor, bebidas, ciúmes, traição, fatores financeiros, orgulho, incompatibilidade de gênios são alguns aspectos das separações. Infelizmente em uma separação o elástico cai para um dos lados, e os filhos neste fogo cruzado pagam o pato, pela mágoa de um ou outro, ou de ambos.

Nestes casos é muito claro problemas afetivos nos pais, nem sempre ocorre, mas problemas de interpessoais, dificilmente são sanados, se os dois, não se tratam, quem vem para o consultório geralmente é a criança, muitas vezes com problemas normais que são agravados pela discórdia e falta de comunicação de ambos.

A escolha de ter filhos, educar, cuidar e criar não é nada fácil, sem planejamento pode ser mais complicado ainda, mas sem a cumplicidade de um casamento e de uma família estruturada pode ter mais transtornos. Cada caso é um caso, cada família normal já vai ter brigas normais, mas pais separados e ainda com richas podem desenvolver uma criança mimada e manipuladora.

O cuidado de quem a criança quer ficar: A justiça deve ter uma ótica de observação e perícia do que acontece realmente da família, nem sempre com quem a criança quer ficar é o mais benéfico para a mesma, já que muitas vão escolher quem dá mais as coisas que ela quer, mima e o pai ou a mãe que educa passa como o chato.

Nestes processos é aconselhável uma mediação psicológica, ao tentar a guarda muitos pais sonham em se livrar do outro, fato que só é possível em comprovação de violência ou algo muito danoso a criança, na maioria dos casos isso não acontece, portanto é fato que os dois tem direitos e deveres diante da  criança e é preciso de forma consciente melhorar a comunicação, com ética, perdão, bom senso e relação uma melhor saúde da criança. Digamos que hoje vivemos em famílias múltiplas, e não devemos jamais julgar esta realidade, pois a escolha da separação é algo difícil, mas coeso em grande maioria dos casos. O autoconhecimento ainda pode evitar escolhas erradas, mas ainda temos muito a aprender nesses aspectos para melhorar nossas famílias.

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A guerra da guarda compartilhada?.

Filhos não seguram mais casamentos. Apesar de haver falta de comunicação, a qual poderia ser resolvida em terapia. Muitos casais não conseguem por mais que se esforcem, ter uma vida de bem estar vivendo juntos, seja por cultura, falta de respeito ou uma simples falta de afeição, muitos já adiaram a separação em função dos filhos, mas a permanência pode ser bem mais danosa .

Em pouco tempo atrás, o casamento era feito para ser para sempre, e quem não cumprisse com este ritual era taxado e menosprezado pela sociedade. Maus tratos, mau humor, bebidas, ciúmes, traição, fatores financeiros, orgulho, incompatibilidade de gênios são alguns aspectos das separações. Infelizmente em uma separação o elástico cai para um dos lados, e os filhos neste fogo cruzado pagam o pato, pela mágoa de um ou outro, ou de ambos.

Nestes casos é muito claro problemas afetivos nos pais, nem sempre ocorre, mas problemas de interpessoais, dificilmente são sanados, se os dois, não se tratam, quem vem para o consultório geralmente é a criança, muitas vezes com problemas normais que são agravados pela discórdia e falta de comunicação de ambos.

A escolha de ter filhos, educar, cuidar e criar não é nada fácil, sem planejamento pode ser mais complicado ainda, mas sem a cumplicidade de um casamento e de uma família estruturada pode ter mais transtornos. Cada caso é um caso, cada família normal já vai ter brigas normais, mas pais separados e ainda com richas podem desenvolver uma criança mimada e manipuladora.

O cuidado de quem a criança quer ficar: A justiça deve ter uma ótica de observação e perícia do que acontece realmente da família, nem sempre com quem a criança quer ficar é o mais benéfico para a mesma, já que muitas vão escolher quem dá mais as coisas que ela quer, mima e o pai ou a mãe que educa passa como o chato.

Nestes processos é aconselhável uma mediação psicológica, ao tentar a guarda muitos pais sonham em se livrar do outro, fato que só é possível em comprovação de violência ou algo muito danoso a criança, na maioria dos casos isso não acontece, portanto é fato que os dois tem direitos e deveres diante da  criança e é preciso de forma consciente melhorar a comunicação, com ética, perdão, bom senso e relação uma melhor saúde da criança. Digamos que hoje vivemos em famílias múltiplas, e não devemos jamais julgar esta realidade, pois a escolha da separação é algo difícil, mas coeso em grande maioria dos casos. O autoconhecimento ainda pode evitar escolhas erradas, mas ainda temos muito a aprender nesses aspectos para melhorar nossas famílias.

CÓPIA SOMENTE COM INDICAÇÃO DA FONTE: PSICÓLOGA FRANCIELI KUREKE - www.psicopedagogiapsicologia.com.br OBRIGADA.

CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA FRANCIELI KUREKE
Fone: (041) 33488127, (041) 95104523 E-mail: francielikureke@gmail.com

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Avaliação, intervenção Psicológica e Psicoeducacional, Psicóloga Francieli Kureke, à sete anos região de Curitiba, tendo contribuindo para o desenvolvimento pessoal e aprendizagem de centenas de pessoas.

?Adultos, crianças e adolescentes. Particular e convênios: Copel, Correios e PF Desenvolvo consultorias, palestras, cursos, e-books e áudios referentes a psicologia e educação.

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